Se, em situações calamitosas como a que vem assolando o município nos últimos dias, Rosinha, como prefeita, tiver a mesma disponibilidade que vem apresentando agora, mostrará ter compromisso com a população. Mesmo que não tenha a intensa vontade de fazer algo a partir de primeiro de janeiro, não poderá de forma alguma ser comparada a Mocaiber, o prefeito mais ausente da história de Campos. A tarefa de concorrer com o prefeito é fácil. Mas se no início do próximo ano o município for atingido por chuvas como essas dos últimos dias, o trabalho será pesado. Há pouco, ela informou que o secretário estadual de Saúde vai decretar estado de emergência para o município.
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